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domingo, 23 de dezembro de 2012

Os Celtas: O Mistério de Stonehenge - Parte 3

Obra dos primitivos povos britânicos, Stonehenge é um exemplo clássico das civilizações megalíticas. Cientistas afirmam que Stonehenge foi construído entre os anos 2800 e 1100 a . C., em três fases separadas: 1ª Fase : (Morro Circular), que conhecemos como o círculo externo de Stonehenge e dos três círculos de buracos, cinqüenta e seis ao todo, que cercam o monumento.
As quatro "pedras de estação" que se supõe terem sido utilizadas como um Observatório Astronômico, o objetivo aparente seria observar o nascer e o por do Sol e da Lua, visando elaborar um calendário de estações do ano. 2ª Fase : que iniciou em 2100 a . C., houve a construção do duplo círculo de pedras, em posição vertical no centro do monumento, bem como da larga avenida que leva a Stonehenge e da margem externa das planícies cobertas de grama que o rodeiam.
Na Terceira e última fase, o duplo círculo de pedras foi separado e reconstruído, sendo erguidos muitos dos trílitos.
Ao meditar sobre os mistérios de Stonehenge, vale lembrar que, naquela época, diferentes tribos e autoridades contribuíram para a construção de Stonehenge. Cada um pode ter tido objetivos diferentes para construir o monumento.

Os saxões chamavam ao grupo de pedras erectas "Stonehenge" ou "Hanging Stones" ( pedras suspensas), enquanto os escritores medievais se lhes referem como "Dança de Gigantes".
Novos construtores edificaram uma avenida de monólitos que ligava Stonehenge ao rio Avalon a cerca de 3,2 Km de distância. 
Durante séculos, Stonehenge foi cenário de reuniões de camponeses e nos últimos 90 anos os "Druidas" modernos celebraram aqui o solstício de Verão. Durante aproximadamente 20 anos, milhares de pessoas se reuniam no local todos os meses de junho para assistirem ao festival que aí tem lugar. Mas em 1985 as autoridades proibiram tanto a vinda dos Druidas como o festival em si, receosas de que as pedras, assim como a paisagem circundante, possam ser danificadas.
Os Arqueólogos, consideram a hipótese de uma construção religiosa.Acredita-se que Stonehenge e outros sítios megalíticos hajam sido construídos pelos antepassados dos Druidas, por acreditarem que fossem lugares de grande força para concretizarem seus rituais em vez de templos fechados eles reuniam-se nos círculos de pedra, como se vêem nas ruínas de Stonehenge Avebury, Silbury Hill e outros.
Mas datação pelo carbono-14 mostra que aquelas construções são anteriores à fase clássica do Druidismo. Na realidade foram construídos, e ainda existem centenas de círculos de pedra especialmente na Bretanha e na Escócia.

Do grego: mega = grande, lithós = pedra, de modo que megálitos são grandes monumentos de pedra. Eles podem representar linhas fechadas ( circulares, elípticas, ovóides, etc), alinhamentos retilíneos, ou empilhamentos como as pirâmides egípcias, chinesas e centro-americanas. Eles estão espalhados pelo mundo inteiro: Europa, China, América do Norte e Norte da África sendo os locais mais importantes.
Dentre os megálitos, os mais famosos são a Grande Pirâmide de Khufu e Stonehenge.
Tanto sobre a pirâmide de Khufu como sobre Stonehenge foram escritos milhares de livros. Isso não é por acaso. A maioria dos historiadores da Antiguidade diria que esses monumentos estão entre as maravilhas do Mundo Antigo.
Stonehenge é um megálito formado por círculos concêntricos de pedras (algumas com 45 toneladas e 5 metros de altura), construído na planície de Salisbury, na Grã Bretanha.
Existe evidência arqueológica que nos permite afirmar que havia atividade humana no local há mais de 10 000 anos. Contudo, o megálito propriamente dito só foi iniciado c. 2 100 AC, tendo sido construído em três etapas, entre 2 100 AC e 1600 AC. Para ter uma idéia mais clara de seu plano arquitetônico.
Não se sabe quem construiu Stonehenge, sendo que a teoria popular de que teriam sido os druídas está hoje refutada, pois o monumento foi concluído 1 000 anos antes de os druídas tomarem o poder. Contudo, os arqueólogos notaram a quase total ausência de lixo no local e isso é indicador de que o local era solo sagrado.
Quanto aos propósitos da construção de uma obra tão difícil para os meios da época é o que passaremos a tratar. Stonehenge (em Salisbury, sudoeste da Inglaterra) também é palco dos misteriosos Círculos Ingleses.
Alguns pesquisadores passaram a tentar encontrar algumas explicações naturais para desvendar o mistério dos Círculos Ingleses, como fenómenos climáticos inusitados, casualidades meteorológicas e outras hipóteses mais complexas. Esses desenhos (círculos ingleses) costumam aparecer freqüentemente em plantações de trigo, soja, cevada e milho. E esses cereais afetados chegam a se desenvolver muito mais rápido (cerca de 40% mais rápido) no interior dos desenhos do que aqueles mais próximos das bordas.
Em quase toda a sua totalidade esses desenhos surgem durante a noite, no meio do silêncio e da escuridão nos campos de cereais e pessoas que acampam nos locais de maior incidência, na expectativa de registrar uma dessas figuras se formando acabam se frustando por passar a noite em claro sem conseguir testemunhar nenhuma luz ou som diferente e em algumas vezes acabam se surpreendendo ao ver com o clarear do dia que a poucos metros de onde estavam acampados apareceu um desenho, misteriosamente como se tivesse sido feito por algum tipo de energia invisível ao olho humano.
Existem diversos pesquisadores tentando interpretar o significado dessas figuras, alguns ligando os desenhos a símbolos matemáticos, outros associandos a sistemas astronômicos, além de compara-los a símbologia de civilizações antigas, como Persas, Druidas, Romanos, Celtas, Egípcios etc.

sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

A Batalha de Los Angeles


Em 7 de dezembro de 1941 é do ataque japonês a Pearl Harbor. No entanto, o que ocorreu nos meses seguintes na costa oeste dos EUA não é tão conhecido. No Havaí, havia temores de uma invasão anfíbia (por água)  logo depois do ataque.
Enquanto isso, a costa oeste dos Estados Unidos se preparou para a invasão potencial ou um ataque aéreo de porta-aviões japoneses. Unidades de defesa aérea foram ativadas e colocadas em alerta nas maiores cidades e bases aéreas. Cidadãos começaram a olhar para o céu em busca de potenciais aeronaves ofensivas. E eles começaram a vê-las. Apenas um dia depois de Pearl Harbor, San Francisco acreditou ter estado sob ataque de um porta-aviões japonês.
Oaktribune ufologia imagens de ovnis O general DeWitt, encarregado das defesas da costa oeste, ficou consternado com a resposta da comunidade de San Francisco porque eles não cumpriram o blecaute. Ele declararia no dia seguinte:“Aqueles aviões estavam sobre esta comunidade por um período de tempo definido. Eles eram aviões inimigos, e eu quero dizer, aviões japoneses. Eles foram detectados e seguidos até o mar… é surpreendente a apatia das pessoas de San Francisco. A noite passada (segunda-feira) provou que há mais tolos em San Francisco que eu jamais pensei que existissem. Apenas por graça de Deus San Francisco foi salva da catástrofe”.
        
Nunca houve quaisquer aviões reais neste “bombardeio”, mas isto mostra a resposta dos altos escalões às notícias de que estavam em guerra, depois de Pearl Harbor. Cidadãos levaram as declarações de DeWitt a sério e começaram a buscar por potenciais aeronaves ofensivas.
1941Venus ufologia imagens de ovnis
 O planeta Vênus, que estava visível de forma destacada a oeste depois do anoitecer, tornou-se motivo para alarme. De acordo com notícias em meados de dezembro, Vênus causou vários relatos de aeronaves inimigas e a polícia precisou assegurar a população de que era apenas um planeta.
Para piorar a situação havia a baixa disponibilidade de inteligência militar. Os criptógrafos estavam ocupados tentando quebrar os códigos japoneses, e os militares estavam assim essencialmente atirando no escuro buscando adivinhar o próximo passo da Marinha Imperial Japonesa. Enquanto isso a inteligência da costa oeste parecia baseada principalmente em rumores na comunidade nipônica: “Um informante japa em Los Angeles, por exemplo, relatou ao QG do 11º Distrito Naval de que havia um forte rumor entre famílias japonesas, presumivelmente baseado em um relatório de rádio em ondas curtas do Japão, de que em 18 de fevereiro a costa oeste seria bombardeada”.
       
Começando em 7 de fevereiro, a costa oeste preparou-se para atos potenciais de sabotagem e ataque. Quando nada aconteceu até o dia 18, o alerta foi estendido pelo general DeWitt para 15 de março. No entretempo, um relato veio em 23 de fevereiro de que um ataque ocorreria naquela noite. Não menos que uma hora depois, um submarino japonês emergiu na costa de Ellwood, Califórnia, e disparou atingindo algumas refinarias durante vinte minutos. Nenhum dano significativo foi relatado, mas isto alimentou a preocupação dos locais de que os japoneses planejavam algo maior para a costa oeste.
O incidente de 24 a 25 de fevereiroNa noite de 24 de fevereiro, a inteligência naval esperava um ataque nas próximas dez horas. Provavelmente esperavam uma repetição do incidente do submarino na noite anterior. Depois do alerta de um ataque previsto, o QG da 37 Brigada recebeu vários relatos de flares e “luzes” próximas de instalações de defesa e refinarias. Depois da meia-noite, radares da defesa aérea começaram a relatar contatos. Às 2 da manhã, um contato havia sido detectado a 120 milhas a oeste de Los Angeles e parecia estar se deslocando a 3 milhas de Los Angeles às 2h27. Às 2h21, um blecaute foi ordenado. Neste ponto, as baterias foram preparadas para esperar ver algo e o “ataque” começou. A história do Quarto comando Anti-Aéreo documenta a seguinte sequência de eventos:
  • 02h43 – Aeronaves não-identificadas foram vistas entre Seal e Long Beach.
  • 03h06 – Um balão carregando um flare foi avistado sobre Santa Monica. Ordenou-se que fosse destruído pelo controlador anti-aéreo.
  • 03h28 – Uma bateria próxima da fábrica de aeronaves Douglas em Long Beach relatou 25-30 bombardeiros acima.
  • 03h33 – Baterias em Artesia dispararam em 15 aviões que voaram para o mar sobre Long Beach.
  • 03h55 – Mais munição foi usada sobre Santa Monica no que se relatou ser outro balão.
  • 04h03 – 15 aviões relatados sobre a fábrica Douglas em Long Beach.
  • 04h05 – Baterias em Long Beach relataram disparar contra alvos.
  • 04h09 – Mais 15 aviões relatados sobre a fábrica Douglas.
  • 04h13 – Outros 15 aviões relatados sobre a fábrica Douglas.
  • 04h55 – Um relato foi comunicado de que a fábrica Douglas foi bombardeada mas não atingida.
Baseado nesta informação, parece que a atividade começou em Santa Monica, a oeste do centro de Los Angeles. A mídia noticiou: “Toda a ação, claramente iluminada por observadores em terra em 20 a 30 holofotes, ocorreu a algumas milhas do oeste de Los Angeles … Baterias anti-aéreas dispararam constantemente por períodos de dois minutos, ficaram em silêncio por em torno de 45 segundos, e continuaram essa rotina por quase meia hora”.
        Adicionalmente, baterias próximas da fábrica Douglas em Long Beach parecem ter se somado à confusão. Isto implicava que os aviões voavam de Santa Monica a Long Beach e então para o mar. Considerando que estavam protegendo uma importante instalação de defesa, não é inesperado que teriam “dedos sensíveis no gatilho” assim que a “batalha” houvesse começado.        A mídia fez a festa enquanto o Exército e a Marinha começavam a investigar o que havia acontecido. O exército conduziu uma investigação, entrevistando vários militares que estavam provavelmente muito cansados e confusos sobre o que havia de fato transpirado. Na história do Quarto Comando Anti-Aéreo (disponível no website CUFON) há uma descrição dos relatos prestados. Muitos relataram ter visto aeronaves em vários tipos de formação, mas ninguém mencionou uma aeronave solitária.          O testemunho do coronel Henry C. Davis, oficial executivo e oficial comandante em exercício da 37 Brigada, foi muito revelador a respeito das questões de percepção naquela noite. Ele originalmente pensou ter visto 10-15 aviões sobre Inglewood mas então decidiu que era apenas fumaça de explosões anti-aéreas. Ele opinou que provavelmente nunca houve nenhum avião de fato. 
         A Marinha foi a primeira a divulgar uma declaração. O Secretário da Marinha, Frank Knox, declarou que não havia aviões e que teria sido um falso alarme. A Quarta Força Aérea pensava que não havia aviões sobre Los Angeles e o Comando de Defesa Ocidental opinou que muitos dos relatos eram exageros.
        No entanto o Exército olhou para as declarações das testemunhas e sentiu que havia algo nesses relatos. Concluíram que pelo menos um e até cinco aviões estavam sobre a cidade. O Secretário de Guerra, Henry Stimson, declararia que até quinze aviões estavam envolvidos. Suspeitava-se que tivessem decolado com ajuda de sabotadores em bases no deserto ou no México. Também se sugeriu que poderiam ter decolado de submarinos, que possuíam esta capacidade.
        Enquanto os militares falavam com várias pessoas em sua estrutura de comando e também com alguns civis, a mídia relatou o que outros viram e recebeu todo o tipo de relatos conflitantes.
        Uma vez que os relatos pareciam começar em Santa Monica e se mover para Long Beach, presumiram que poderia ter sido um dirigível dado que levou tanto tempo para atravessar essa distância. Isto pareceu ser confirmado pelo administrador de Gardena que declarou ter visto baterias anti-aéreas destruir “um grande saco que parecia um balão”.
        Enquanto este relato descreveu um objeto único, muito mais pessoas pareciam ver formações de aeronaves. Muitos disseram ter visto aeronaves “destruídas” ou “abatidas”:
“Durante o blecaute, os telefones de polícia estavam ocupados com relatos de aeronaves que haviam caído aqui e acolá… Outro relato, descartado por oficiais junto com outros, era que a artilharia havia destruído um grande saco flutuante lembrando um balão alto no céu”. 
A polícia de Long Beach teria visto duas ondas de aeronaves dirigirem-se para o mar. Também relataram que muitas explosões de artilharia chegaram próximas dos aviões, mas nenhum foi atingido. O chefe de polícia de Long Beach, J.H. McClelland, que observava tudo do alto da prefeitura.
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Fotografia em lapso de tempo do céu nos arredores da periferia de Los Angeles. As trilhas de estrelas indicam que a fotografia foi tomada em direção ao sul e mostram as constelações de Lobo e Centauro. Baseado nas posições aparentes das estrelas, o horário foi entre 3h10 e 3h30.
Somando-se à confusão de explosões anti-aéreas e 20 a 30 holofotes convergindo em pontos no céu, baterias anti-aéreas estavam disparando flares. Byron Box, do comitê de relações públicas da Pacific Coast Petroleum Industry, viu o show de Altadena. Ele relatou:“Além das explosões de artilharia, parecia haver de 10 a 12 enormes flares vermelhos disparados no ar”.       A Newsweek pareceu tomar este relato e declarou:“Observadores civis excitados relataram ter visto aviões em vôo em números variando de um a 200… a polícia disse que um grande blimp ou balão havia sido visto se desviando de explosões sobre a cidade. Observadores mais cínicos e calmos não viram absolutamente nada”.
     O relato mais interessante veio de Ernie Pyle, que escreveu sobre o tema em sua coluna “Roving Reporter” de 5 de março de 1942. Ele ficou fascinado com as operações dos holofotes e comentou como os raios apareciam no ponto em que eram focalizados:“Todos eles convergiam em um grande ponto azul no céu. E esse ponto se movia muito lenta mas muito definidamente através do céu, sem falha. De todas as linhas azuis retilíneas se estendendo até aquele ponto, nenhuma jamais se afastou, ou ficou perdida, ou teve que “pescar” ou “procurar” ao redor pelo alvo. Elas se mantiveram firmes e se moveram com ele pelo céu, como uma sanguessuga que não larga a presa. Eu não conseguia ver nada naquele ponto, uma vez que estava a mais de 30km de distância. Mas podia ver as explosões de artilharia anti-aérea explodindo ao seu redor. De vez em quando uma parecia explodir bem no ponto”. 
battlela1942 ufologia imagens de ovnis       Os registros da unidade descrevem esta ordem para abater um objeto no céu, assim os fatos básicos descritos pelo coronel Murphy são precisos ainda que acredita-se que o horário de lançamento às 1 da manhã possa estar incorreto.    
       Uma vez que a primeira bateria iniciou contra o objeto, outras se juntaram à “batalha” e tudo se tornou uma festa. Em todo caso, não importa realmente se alguém abateu o objeto porque uma vez que os disparos começaram, as equipes estavam disparando contra praticamente tudo, incluindo suas próprias explosões.
       Provavelmente a melhor evidência apresentada para a presença de um OVNI “real” (com a implicação de que fosse uma espaçonave alienígena) é a fotografia que apareceu no LA Times, o NY Times e a revista Time. O jornal declara que a imagem mostra holofotes focalizando um objeto sobre a cidade de Culver. Presume-se que esta fotografia foi tomada de Los Angeles apontando em direção a Santa Monica (a mesma direção que Culver City). Depois houve a confirmação que não fora um objeto de fabricação japonesa, e a explicação oficial é de algum balão meteorológico.

Disco de Ouro da Voyager



Não são só "eles" que tentam "fazer contato". Quando a Nasa percebeu que as Voyagers provavelmente viajariam além das fronteiras do nosso sistema solar, decidiu que talvez fosse uma boa ideia incluir um tipo de mensagem a qualquer alienígena inteligente que viesse a encontrá-las um dia. Um comitê, chefiado pelo astrônomo Carl Sagan, reuniu essas mensagens. Elas estão guardadas em discos de cobre laminados a ouro, gravados como um disco de vinil. Parte do disco contém informações de áudio, incluindo uma variedade de músicas, saudações em 55 idiomas diferentes (incluindo alguns que são muito obscuros ou extintos, um deles é o Sumério, lembra-se deste post? O Misterioso Povo Sumério) e uma seleção de sons da natureza. Além disso, incluem 122 imagens codificadas com vibrações no disco com instruções para decodificação.
Em cada chapa do disco, estão vários símbolos que explicam o método de reprodução da gravação (uma agulha e uma placa de montagem também estão incluídos). As instruções para decodificação das imagens são reveladas, descrevendo o sinal "iniciar imagem", a proporção das imagens e uma reprodução da primeira figura para que os alienígenas saibam se fizeram certo. Um mapa estelar mostrando nitidamente a localização da Terra completa a imagem.Se os alienígenas quiserem saber por quanto tempo a Voyager que eles acharam viajou, eles poderão examinar a peça de urânio-238 acoplado ao veículo principal, perto do disco. Examinando as relações isotópicas (assumindo-se que eles conheçam a meia-vida do urânio-238) poderão deduzir por quanto tempo a amostra esteve no espaço.Que música os alienígenas ouvirão quando reproduzirem a gravação? Em sua maioria, canções tradicionais de várias culturas, como, por exemplo, canções dos americanos nativos, gaita de fole escocesa e música de rituais africanos. Há também uma pequena coleção de "greatest hits" de música clássica. As músicas mais contemporâneas são "Johnny B. Goode", com Chuck Berry, e uma apresentação de jazz com Louis Armstrong.
O disco de ouro é uma apresentação do que é a Terra para um alienígena. Tem de Chuck Berry a dialetos africanos.
Nasa
O disco de ouro é uma apresentação do que é a Terra para um alienígena. Tem de Chuck Berry a dialetos africanos.
Outra foto do disco

Na imagem acima, outra foto do disco, há um mapa feito para  quem  encontrar  possa saber a localização do nosso planeta, o mapa foi feito com base nas estrelas próximas ao planeta e o sistema solar.

As imagens no disco são variadas e incluem mapas da Terra, imagens de outros planetas no nosso sistema solar, de animais e de seres humanos. Carl Sagan escreveu um livro sobre o disco, chamado "Murmurs of Earth". Um CD-ROM foi lançado décadas mais tarde.
Os discos das Voyagers são semelhantes a uma placa que foi colocada a bordo da Pioneer 10 e da Pioneer 11, embora os criadores dos discos da Voyager tenham passado muito tempo para ter certeza de que os alienígenas pudessem decodificá-lo. Muitos cientistas da Terra não conseguiram decodificar as informações contidas na placa da Pioneer. Na época, havia preocupação por parte de algumas pessoas de que alienígenas hostis que encontrassem o disco da Voyager teriam um mapa que os traria diretamente à Terra. No entanto, elas passarão dezenas de milhares de anos no espaço interestelar antes de se aproximarem de qualquer outra estrela, portanto não há com o que se preocupar agora. Se os discos vierem a ser encontrados um dia, isso acontecerá num futuro tão distante que não haverá mais qualquer ser humano.
A Voyager 1 foi lançada em 5 de setembro de 1977, passou pela órbita de Plutão em 1990 e deixou o sistema solar (ao ultrapassar a Heliosfera) em novembro de 2004. Em maio de 2005, a Voyager 1 estava a 14 bilhões de km de distância do Sol, viajando a uma velocidade de 3,5 Unidades Astronômicas por ano (cerca de 61 000 km/h) enquanto a Voyager 2, que foi lançada em 20 de agosto de 1977, estava a 10.5 bilhões de km, a uma velocidade de 3,13 Unidades Astronômicas por ano (aproximadamente 53.000 km/h).

Localização das Voyager's

sábado, 24 de novembro de 2012

Operação Prato ou Roswell Brasileiro

          Operação Prato foi o nome dado a uma operação realizada pela FAB em 1977 e 1978, através do seu Comando Aéreo Regional em Belém, para verificar a ocorrência de estranhos fenômenos envolvendo luzes hostis relatados pela população do município de Colares, estado do ParáBrasil.

      O fenômeno era conhecido como chupa-chupa e a história estava criando certa histeria entre os moradores, que buscando uma explicação religiosa atribuía os ataques ao "diabo, que estaria na Terra para atacar os cristãos". Enquanto esteve na cidade, a equipe de Hollanda Lima conseguiu restabelecer a ordem e evitar o pânico, que levava muitos cidadãos a se organizarem para fazer vigílias e usar fogos de artifício na tentativa de afugentar as misteriosas luzes.
           A operação durou pouco mais de quatro meses e nos dois primeiros, a equipe do Capitão Hollanda Lima não registrou ocorrências, porém o cenário iria se modificar radicalmente segundo o militar. Quando as atividades aumentaram e os próprios militares presenciaram os acontecimentos. Relatos afirmam que parecia haver alguma interação dos "visitantes" com o militares, sendo que estes, os visitantes, aparentavam saber da operação mas não se manifestavam (contra ou a favor). Após 4 meses, a operação foi encerrada e os avistamentos cessaram. 

Possíveis otos dos registros da operação

O caso também ficou conhecido como o "Roswell Brasileiro" sendo feito documentários pelo Linha Direta - Mistério (Rede Globo) e pelo Arquivos Extraterrestres (History Channel). 
Documentário do Linha Direta

Documentário do History Channel
Seria o caso ufológico mais famoso do Brasil, até 1996, quando houve o Incidente de Varginha.